undado por JOSÉ DEL PICCHIA FILHO (1908-1983)- Diplomado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, turma de 1929. OAB/SP n.º527.
Perito aposentado do Laboratório de Policia Técnica de São Paulo.
Ex-professor da cadeira de Grafística, dos cursos de Criminalística e de Grafo-Datiloscopia Bancária da Escola de Polícia de São Paulo.
Membro da American Society of Questioned Document Examiners, da International Association for Identification e da Associação Paulista de Medicina Legal.
Membro fundador da Sociedade Pan-Americana de Criminalística.
   
Membro da Associação dos Peritos Judiciais do Estado de São Paulo (n.º 99).
Ex-representante do Brasil junto à Organização Internacional da Policia Criminal (Interpol).

Atualmente o Instuto é comandado por CELSO MAURO RIBEIRO DEL PICCHIA - Diplomado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, turma de 1964. OAB/SP n.º 17.077.
Membro:
  • Emérito da Associação dos Peritos Judiciais do Estado de São Paulo (nº 175)
  • da IAFS - International Association of Forensic Sciences
  • da ABC - Associação Brasileira de Criminalística (nº 155)
  • da Asociación Latinoamericana de Criminalistica.


    CASOS MAIS RUMOROSOS

    Ao início da década de quarenta José Del Picchia Filho efetivou parecer técnico relacionado com o GRILO DO IBIRAPUERA, demonstrando a falsidade dos documentos utilizados pelos grileiros, com os quais haviam tido ganho de causa em primeira instância.

       
    Foi responsável, também, pela prova do processo de falsificação efetivamente utilizado por Jacinto Guimarães na lavra das Cartas Bernardes.

    Ainda durante o período do AI-5 o atual presidente do Instituto emitiu parecer, referendado posteriormente em Juízo, comprovando que o decreto de cassação de um Comandante da Marinha havia sido lavrado com aproveitamento de folha firmada em branco, pelo então presidente Costa e Silva, com data de poucos dias antes de sua doença e óbito.

    Além de outras perícias divulgadas pela mídia, como,
    dentre outras: a relativa à autoria de Eloah Quadros de bilhete indicando a conta do Dr. Jânio da Silva Quadros na Suíça; da prova de inautenticidade do contrato que justificaria a Operação Uruguai, antecedendo o impeachment de Collor; em período mais recente denunciou a falsidade dos documentos publicados pela imprensa, através de montagens de assinaturas do então Presidente Fernando Henrique Cardoso, dos falecidos Mário Covas e Sérgio Motta, naquele que ficou conhecido como Dossiê Cayman.
    Recentemente seus autores foram presos, confessando a indubitável - desde os pronunciamentos técnicos publicados e divulgados - fraude.










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